Radioterapia

20 Out, 2012

O urânio, o rádio e outras substâncias radioativas são usadas na radioterapia. As radiações causam lesões a qualquer tecido vivo, mas destroem em especial as células que se multiplicam rapidamente. A hiperatividade da tiróide pode ser tratada com iodo radioativo, que destrói uma parte do tecido dessa glândula. Recorre-se ao fósforo radiotivo, que destrói os glóbulos vermelhos, no tratamento da policitemia, doença que se carateriza pela produção excessiva de glóbulos vermelhos. O fósforo radioativo é também usado no tratamento da leucemia crónica.

Em tumores cancerosos, utiliza-se de várias formas o rádio e o radon (gás produzido pelo rádio). Pequeníssimas pílulas ou agulhas de ouro, contendo rádio, são introduzidas diretamente no tecido lesado, onde permanecem até que as radiações destruam o tecido. O radon é conservado em pequenos invólcros hermeticamente fechados e usado pelo mesmo processo. No tratamento de neoplasias profundas, utiliza-se o cobalto radioativo (cobalto 60), colocado num aparelho que dirige as radiações para a área afetada. O cobalto pode também ser encerrado, em pequeníssimas doses, em agulhas de ouro ou de prata, que são introduzidas no tecido atingido.