O sono

25 Set, 2012

A pessoa que não dorme regularmente torna-se irritável e confusa, e o seu sistema nervoso, assim como todo o seu organismo, é afetado. A necessidade de dormir é maior na infância; um bebé recém-nascido dorme durante a maior parte das vinte e quatro horas do dia. A duração do sono noturno deve ser de onze a doze horas, para as crianças mais novas; para as mais velhas, dez horas é normalmente suficiente. Em geral, os adultos necessitam de seis a oito horas de sono. A dificuldade em conseguir dormir o número de horas suficiente constitui um problema para muitas pessoas.

SONHOS: Durante certos momentos do sono, os olhos da pessoa que dorme movem-se sob as pálpebras como se estivessem abertos e a seguir objetos em movimento. Se a pessoa acordar nessa altura, poderá normalmente lembrar-se com exatidão do sonho que teve. Contudo, se continuar a dormir após ter tido o sonho, poderá, mais tarde, ser incapaz de o reconstruir. Além do sonho, ocorrem durante o sono normal quatro fases diferentes, que são definidas por alterações na atividade elétrica do cérebro, na respiração e noutras funções vitais. A fase do sonho parece ser muito importante para a saúde. O conteúdo dos poucos sonhos que é possível recordar é, por vezes, tão estranho e enigmático que provoca no indivíduo a tentação de querer decifrar o seu significado. Com efeito, de acordo com as teorias psicanalíticas, o sonho é uma válvula de escape para os receios e desejos reprimidos.

PESADELOS: Geralmente, os sonhos são agradáveis ou neutros; contudo por vezes, fazem acordar a pessoa que dorme em estado de terror. Os pesadelos assustam especialmente as crianças, levando-as a acordar com choros ou gritos. Se for confortada, a criança que teve um pesadelo poderá descontrair-se e voltar a adormecer. Por vezes, é aconselhável conservar uma luz fraca acesa, durante o noite, no quarto da criança. Sempre que os pesadelos persistirem e a criança revelar sintomas de distúrbios emocionais durante o dia, deverá consultar-se o médico assistente.