Dor abdominal

29 Set, 2012

A dor abdominal indica um distúrbio, não necessariamente grave ou prolongado, de um dos órgãos instalados entre a cavidade torácica e a pelve. Estes órgãos incluem o estômago, o figado, o pâncreas, o baço, a vesícula biliar, a bexiga, os rins, o apêndice e os intestinos; e ainda, na mulher, os ovários, as trompas e o útero.

Se a dor abdominal for forte, prolongada e acompanhada por vómitos, febre, sangue nas fezes ou diarreia, deve-se consultar imediatamente o médico. É contra-indicado recorrer ao clister ou tomar laxativos, salvo se o médico der instruções específicas nesse sentido.

CAUSAS: Azia ou pirose, eructação de gases e sensação de enfartamento na parte superior do abdómen não são mais do que sintomas ligeiros de ingestão. Nestas circunstâncias, o mal-estar desaparece geralmente com a ingestão de um antiácido. Uma dor vaga no abdómen, como sensação de enfartamento e não acompanhada de outros sintomas, pode significar obstipação, ou seja, prisão de ventre. Os casos ligeiros de obstipação podem ser tratados com um laxante suave. Uma prisão de ventre persistente pode ser originada por uma alimentação defeituosa, falta de exercício, distúrbios emocionais ou outras causas, pelo que necessita de diagnóstico médico.

Uma indigestão forte, acompanhada de dores violentas no tórax, sobretudo do lado esquerdo, pode ser sintoma de doença cardíaca.

A intoxicação alimentar, ou intoxicação química, provoca dores abdominais, nauseas, vómitos e diarreia.

Entre as causas mais comuns de dores abdominais, que necessitam de diagnóstico clínico e respetivo tratamento, estão incluídos os cálculos na vésícula biliar, nos rins e na bexiga, as úlceras do estomago e do duodeno, a hepatite, a colite e a apendicite.

Algumas mulheres sofrem de dores abdominais durante a menstruação.

No caso de uma grávida,  estas dores justificam a assistência imediata de um médico.