Apoplexia

10 Dez, 2012

Numa apoplexia, ou acidente vascular cerebral, verifica-se um bloqueio ou uma hemorragia numa artéria cerebral, devido principalmente a arteriosclerose ou a hipertensão. A melhor forma de evitar as apoplexias consiste em fazer a profilaxia daquelas doenças.

Num ataque de apoplexia, a área do cérebro irrigada pela artéria responsável sofre degenerescência e fica amolecida; se esta área for muito vasta, a morte pode sobreviver pouco depois do ataque. No entanto, as apoplexias não são sempre fatais; em muitos casos, elas curam-se completamente, sem deixar quaisquer paralisias residuais ou outros sintomas.

As apoplexias causadas por coágulos e êmbolos oferecem melhores perspetivas de recuperação. Os êmbolos são partículas destacadas de coágulos ou rolhões de bactérias desprendidos de uma válvula cardíaca doente ou das placas calcificadas de arteriosclerose.

Algumas pessoas totalmente paralisadas por este género de apoplexia chegam a recuperar completamente; outras conservam paralisias residuais de um braço, de uma perna ou de ambos os membros; outras, ainda, ficam afetadas na área do cérebro que controla a fala. Nestes casos de apoplexia, os músculos paralisados dever ser tratados logo de início e as articulações exercitadas, a fim de que, quando o cérebro recuperar a função, as articulações e os músculos não estejam demasiado rígidos e debilitados para responder aos estímulos nervosos.

Existem institutos de reabilitação, bem como médicos e enfermeiros especializados, que podem ajudar o doente na recuperação total ou parcial de uma apoplexia.